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Tradiciones Quitenas - Paginas de Quitenidad Guillermo Noboa
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Instrumentos musicais brasileiros Rhodia Projeto Cultural, de Ricardo Ohtake (coord.) e João Gabriel de Lima (texto)
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O Divino em Festa São Luiz do Paraitinga, de Nana Vieira
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Lendas, Fábulas e Apologos, de Yolanda Lhullier dos Santos e Cláudia Santos (seleção e org.)

Logos, 580 g
Preço de venda: R$ 15,00
234 páginas, livro capa dura em boas condições estruturais, com marcas de manuseio leves nas pontinhas e extremidades da lombada (foto do exemplar). Borda externa e página inicial com pontos amarelados pelo tempo. Variada gama de lendas (estrangeiras, orientais, brasileiras, indígenas), Contos brasileiros, apólogos e parábolas e fábulas. L3882
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Fábulas e Lendas da Índia, de Shakti

Shakti, 1992, 300 g
Preço de venda: R$ 15,00
130 páginas, livro em boas condições estruturais, capa com marca de dobra. Texto em perfeitas condições de leitura, sem rabiscos ou destaques. Páginas sem pontos amarelados. Com algumas ilustrações em p/b. "Seleção de histórias do folclore indiano, contadas em linguagem coloquial, que falam das crenças, costumes, ideais e incidentes da vida cotidiana deste povo milenar." L3652
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Bienal Naifs 2002 do Brasil, Sesc São Paulo

Sesc Piracicaba São Paulo, 2002, 860 g
Preço de venda: R$ 45,00
132 páginas, livro 27 x 27 cm, capa praticamente sem desgastes, com algumas manchas leves do tempo. Texto em perfeitas condições de leitura, sem grifos ou anotações. Intensamente ilustrado com fotografias de ótima qualidade. Publicação com fotos das obras selecionadas para a Bienal Naif de 2002, além dos módulos especiais com obras de Eliza Mello, José Antônio da Silva e mestres de ontem e de hoje. S3316
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Arte Popular nas Geringonças de Mestre Molina, Sesc São Paulo

Sesc São Paulo, 2003, 930 g
Preço de venda: R$ 42,00
192 p, livro 26 x 26 cm, capa com desgastes leves principalmente nas pontinhas. Texto em perfeitas condições de leitura, sem grifos ou anotações. Intensamente ilustrado com fotografias de ótima qualidade. "Molina produziu cerca de 20 bancadas (geringonças), que foram constantemente alteradas e aperfeiçoadas, resultado em mais de 1000 personagens, dezenas de cenários, minúsculos objetos, ferramentas, maquinas e animais. Trabalhou exaustivamente com o firme propósito de contar histórias sem palavras, apenas com os personagens e cenários das bancadas." S3315
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Canção d’Além-Mar – O fado e a cidade de Santos, de Heloísa Valente (org.)

Misimid/Realejo, 2008, 630 g
Preço de venda: R$ 23,00
352 páginas, livro em ótimas condições estruturais, capa praticamente sem desgastes. Texto em perfeitas condições de leitura, sem grifos ou anotações. Com fotos e partituras. Alguns títulos publicados nesta edição: Silêncio, vai se cantar o fado; Santos, cidade mítica; Portugueses em Santos: história e identidade; Uma crônica da música em Santos no séc. XX; Eu queria cantar-te um fado; Fado, um gênero musical; Guitarra e violão: o acompanhamento do fado; Saudades de Portugal no Brasil, ou ... fado, uma canção viajante; ... 3 partituras de fados, para canto, guitarra, violão e baixo. S3301
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Lendas de sangue – O vampiro na história e no mito, de Flavia Idriceanu e Waine Bartlett

Madras, 2007, 440 g
Preço de venda: R$ 27,00
224 páginas, livro em ótimas condições estruturais, praticamente sem uso. Miolo em perfeitas condições de leitura, sem grifos ou anotações. "O Vampiro na história e no mito. Quase todas as culturas possuem mitos de vampiros, de monstros com olhos avermelhados e cabeleira rosa e verde, como na China, e o Lamia, na Grécia, o comedor de criancinhas, assim descrito por Keats: 'Listrado como uma zebra, pintalgado como um leopardo, Olhos de pavão e todas aquelas faixas rubras.' Nesta história de vampiros, os autores indagam de onde vem esse fascínio e quais são suas raízes históricas? Uma poderosa mistura de sangue-luxúria e horror romântico, o vampiro tornou-se fantasia sexual, um anti-herói romântico nos limites do permissível." bus3088
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Dicionário do Palavrão e termos afins, de Mário Souto Maior - Pref Gilberto Freyre

Record, 1992, 360 g
Preço de venda: R$ 21,00
174 páginas, capa em boas condições estruturais mas com uma dobra na ponta direita. Miolo em perfeitas condições de leitura, sem grifos ou anotações. Alguns pontos amarelados pelo tempo na borda externa das páginas e na página inicial. "Mais de três mil termos, único em português." Bus2652
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Festas e Tradições Populares do Brasil, de Mello Moraes Filho

Itatiaia/Edusp, 1979, 760 g
Preço de venda: R$ 60,00
312 páginas, livro em boas condições estruturais. Capa com marcas leves de manuseio nas extremidades. Miolo em perfeitas condições de leitura, sem anotações ou destaques. Borda externa com esparsos pontos amarelados pelo tempo. "É com verdadeira delícia que se lêem as 4 partes deste livro: Festas Populares, Festas Religiosas, Tradições e Tipos da Rua." Prefácio de Sílvio Romero; Revisão e mptas de Luís da Câmara Cascudo. Bus2081
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Lendas Gregas – Tomo II – Enciclopédia Universal da Fábula – Vol. VIII

Gustav Schwab
Preço de venda: R$ 20,00
430 páginas, capa dura, lombada desgastada principalmente na parte superior, páginas amareladas pelo tempo. Textos coordenados por A. Della Nina, bacharela
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Filmes baseados nos livros de Cornélio Pires
* Sertão em Festa, dirigido por Osvaldo de Oliveira em1970, baseado no livro "Meu Samburá".
* A Marvada Carne, dirigido por André Klotzel em 1985, baseado principalmente no livro “As estrambóticas aventuras de Joaquim Bentinho, o queima campo”, livro disponível no sebo Por todo canto LIVROS.
Os livros de Cornélio Pires
Musa caipira, 1910
Versos, 1912
Versos velhos, 1912
Cenas e paisagens de minha terra, 1912
Monturo, 1915
Quem conta um conto..., 1919
Conversa ao pé do fogo, 1921
Estrambóticas aventuras de Joaquim Bentinho, o queima campo, 1924
Continuação das estrambóticas aventuras de Joaquim Bentinho, o queima campo, 1925
Tragédia cabocla, 1926
Patacoadas, 1926
Seleta caipira, 1927
Almanaque do Saci, 1927
Mixórdia, 1927
Meu samburá, 1928
Sambas e cateretês, 1932
Chorando e rindo, 1933
De roupa nova, 1933
Só rindo, 1934
Tá no bocó, 1935
Quem conta um conto... e outros contos (Coisas do passado), 1934
Enciclopédia de anedotas e curiosidades, 1945
Ondes estás, ó Morte!, 1944
Coisas do outro mundo, 1944
Três livros não chegou a publicar: Prosa fiada, Caipiradas e Meu filho voltou.
Os dois primeiros títulos desapareceram do hotel onde Cornélio Pires se hospedava em São Paulo. "Meu filho" seria sua biografia, perdida nas inúmeras viagens que escritor fazia habitualmente.
Cornélio Pires - O bandeirante do folclore paulista e o pai da música caipira
de 20 a 28/08 (não consta ano), Tietê, São Paulo
[...] Tu, Cornélio, és um dos pouquíssimos que vão ficar. Há tantas verdades nos teus tipos, tanta vida, há tanto humanismo na tua obra, há tanta beleza e originalidade em teu estilo, que estás garantido: estás à prova do tempo que varre impiedosamente o que é medíocre. [...] Monteiro Lobato
Cornélio Pires nasceu em 13 de julho de 1884, no bairro de Sapopemba, na cidade de Tietê. Viveu seus quase 74 anos, em andanças, entre causos e música caipira.
Já no seu batizado ocorria um fato que como causo seria contado:
O padre Gaudêncio, amigo e parente da família, pergunta prestes a batizá-lo: "Qual vai ser o nome do menino?" Uma das tias presente à cerimônia e apaixonada por um tal Rogério, pensando em homenagear o amado, responde: "Rogério!" O padre Gaudêncio, já muito velho, não titubeia e... "Eu te batizo Cornélio Pires".
Lá pelas tantas, já um moço, apaixona-se pela Belinha e escreve ao pai da moça, pedindo-a em casamento. A resposta também veio por escrito:
"Sinhore Tuvúrcio.
Reçuvi a bóça. Tanho a dizer-lhe q. a rapariga não tain querere eu sou o dono da familha e não tanho q. dare satisfações, porque quando não qremos eu e a Jarônima ninguáin mais tem querere. Fasça seus bérços e trate de procurare oitra q. não tanha quaine zele.
Quem bérços faz na miséria morre. Biba!
J.Juzé Joaquim Preira."
Cornélio Pires volta para São Paulo, desiludido, a afogar na bebida as dores de amores. Acabou por perder o trabalho por falta de freqüência. Retorna a Tietê, dedicando-se à poesia e à vida boêmia. Não tardou a endividar-se. Deu satisfações aos seus credores por meio de um soneto, publicado no jornal "O Tietê":
CADÁVERES
A quem quiser a carapuça
Credores e credores!... mais credores!...
Tenho-os já de um cento muito perto...
e tive nos livrões título aberto.
A coluna do Deve (estou bem certo)
é cheia de algarismos de valores!
A do Haver... assemelha-se a um deserto!
Algarismos? Nem um! Só cobradores.
Correm a vista pelo plano branco
sem divisar sequer um habitante!
Só os cadáveres vêem... Sou franco.
Tanto... tanto e mais tanto... soma e segue!
Reconheço que devo já bastante,
mas vão cobrar ao diabo que os carregue.
Um precursor
Contando assim a sua vida, não faz parecer a importância que Cornélio Pires teve para a cultura caipira e, principalmente, para a música caipira. Sem dúvida, foi um precursor, tido como o primeiro produtor independente de discos da fonografia nacional e o único com selo exclusivo dentro de uma gravadora que não era sua. Mas vamos contar como isso se deu:
Em 1927 chegava ao Brasil a gravação elétrica e, no início de 1929, saíam os primeiros discos da Colúmbia. Nesse tempo, Cornélio Pires já era nacionalmente conhecido. Ao saber do lançamento dos primeiros discos, Cornélio procurou Dr. Alberto Jakson Byington Jr., propondo-lhe a gravação de anedotas e música regional paulista.
Dr. Byington não interessou-se pelo negócio e começou a colocar obstáculos. Primeiro, deu um preço elevado pela tiragem mínima de discos. Depois, exigiu o pagamento em dinheiro. Sem discutir, Cornélio saiu para voltar em breve com um pacote.
-- O que é isso? – pergunta Dr. Byington.
-- Abra e veja. – disse Cornélio.
Era dinheiro, muito dinheiro.
A primeira turma a ter gravada suas músicas, foram Mariano e Caçula, Zico Dias e Ferrinho, Arlindo Santana e Sebastiãozinho. Foram gravados seis discos, com tiragem de 5 mil cópias cada um. Uma tiragem espantosa e um sucesso absoluto.

